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| Área Territorial |
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| nome de Feliz Luzitânia à terra, que foi depois substituído pelo de Grão-Pará (grande rio), para finalmente, se tornar apenas Pará. |
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FRONTEIRAS: Norte = Suriname e Amapá; Nordeste = Oceano Atlântico; Leste = Maranhão ; Sul = Mato Grosso; Oeste = Amazonas; Noroeste = Roraima e Guiana; Sudeste = Tocantins; Sudoeste = Amazonas e Mato Grosso ÁREA (km²): 1.253.164,49 |
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É o segundo maior estado do país em superfície, mais de 16% do território nacional (o maior é o estado do Amazonas), o que representa mais de duas vezes o território da França. RIOS PRINCIPAIS: Amazonas, Tapajós, Xingu, Jari, Tocantins, Pará |
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| A bacia hidrográfica do estado do Pará abrange área de 1.253.164,5 km2, sendo 1.049.903,5 km2 pertencentes à bacia Amazônica e 169.003,5 km2 pertencentes à bacia do Tocantins. É formada por mais de 20 mil quilômetros de rios extensos e perenes como o Amazonas, que corta o estado no sentido oeste/leste e deságua num grande delta estuário com inúmeras ilhas, entre elas a ilha do Marajó, ou os rios Tocantins e Guamá que formam |
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Divisa com outros estados |
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| bacias independentes. Estão também no Pará alguns dos mais importantes afluentes do Amazonas como Tapajós, Xingu e Curuá, pela margem direita, Trombetas, Nhamundá, Maicuru e Jari pela margem esquerda. A existência desta extensa rede garante duas importantes vantagens: a facilidade da navegação fluvial e um potencial hidroenergético avaliado em mais de 25.000 MW. CLIMA: equatorial MUNICÍPIOS (número): 143 (1996) CIDADES MAIS POPULOSAS: Belém, Santarém, Marabá, Altamira, Castanhal, Abaetetuba HORA LOCAL (em relação a Brasília): a mesma HABITANTE: paraense CAPITAL: Belém, fundada em 12/1/1616 HABITANTE DA CAPITAL: belenense Também ficam no Pará a maior hidrelétrica da região Norte brasileira, Tucuruí , e Serra Pelada , ex-reserva aurífera que foi depois substituído pelo de Grão-Pará (grande rio), para finalmente, se tornar apenas Pará. Desenvolvimento do Estado. A economia, tradicionalmente calcada no extrativismo, sofreu a primeira grande mudança na década de 70, com a política de incentivos fiscais definida pelo Governo Federal para estimular o desenvolvimento da Amazônia, que resultou na implantação de vários projetos industriais, agrícolas e pecuários. |
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| Turismo - O Estado do Pará oferece inúmeros e fortes atrativos (49% dos atrativos naturais de toda a Amazônia, segundo a OEA - Organização dos Estados Americanos ) para o turismo, atividade que vem crescendo, principalmente, depois dos investimentos em infra-estrutura realizados pelo Governo do Estado. A política de desenvolvimento do turismo, que garante retorno dos investimentos, -desenvolvimento sócio econômico e baixo nível de agressão ambiental, | ![]() |
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Orla da praia de
Marudá |
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| dividiu o Estado em seis pólos: Belém e Costa Atlântica, Tapajós, Araguaia-Tocantins, Marajó e Xingu. | ||||
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