A Capital do Pará, Belém

A maior cidade da linha do Equador é Belém, carinhosamente apelidada de “Cidade das Mangueiras”. É com essa referência que a capital do estado do Pará é exportada para o mundo inteiro pelo segmento turístico. Maior metrópole do Norte brasileiro, portal de entrada da Amazônia, detalhe que credencia a Cidade Morena a ser considerada a porta de entrada para a

 
 
 
 
 
 

 

Estacionamento dos barcos
 

   

região Norte, tornando-a Metrópole da Amazônia. Nascida das expedições da Coroa Portuguesa em busca de novos territórios na foz do rio Amazonas, Belém foi fundada a 12 de janeiro de 1616. Foi o Capitão-mor Francisco Caldeira Castelo Branco quem aportou às margens da baía de Guajará para assegurar o domínio da nova terra e resguarda-la do ataque de corsários vindos da Inglaterra e da Holanda. 

Belém também é denominada de Cidade Morena, característica herdada da miscigenação do povo português com os índios Tupinambás, nativos habitantes da região à época da fundação.

O povoamento da capital paraense se originou a partir da margem direita da foz do rio Guamá, no ponto em que deságua na baía do Guajará. Ali foi construído estrategicamente o Forte do Presépio para proteger a cidade. Mais tarde, com a construção do colégio e da igreja dos jesuítas, formou-se o primeiro núcleo de habitantes. 
 

   

Estruturada, a cidade de Santa Maria do Grão Pará tornou-se a capital do Estado do Maranhão e do Grão Pará, em 1751, englobando todo o extremo norte do Brasil e, depois, passou chamar-se Santa Maria de Belém do Grão-Pará.

Os fatos que circundam a história de Belém tornaram a área do quadrilátero da fundação, roteiro obrigatório para turistas que visitam a capital do Pará

   

Praça do operário
 

   

Hoje denominado de Complexo do Ver-O-Peso, o centro histórico leva o nome de um dos logradouros mais exportados para o trade turístico nacional e internacional: o Mercado do Ver-o-Peso, porto principal de barcos que chegam à cidade, procedentes de vários lugares. 

As embarcações que emprestam ao Ver-O-Peso um burburinho riquíssimo culturalmente e muito peculiar, são um detalhe à parte. Mas a vida urbana de Belém sofre influências aquáticas em quase toda a sua totalidade, basta conhecer a rede hidrográfica da cidade: as baías do Sol, do Marajó, do Guajará, de Santo Antônio; os rios Guamá, Pratiquara, Murubira, Mari-Mari; igarapés do Tucunduba, Val-de-Cans, do Uma e do Combu; e o Furo do Maguari, só para citar os mais importantes. 

   

 

    O potencial hidrográfico de Belém é enorme pela posição privilegiada entrecortada por baías, rios, igarapés e furos que se espalham na porção continental e na região insular. A baía do Marajó a banha ao Norte; o leste é delimitado pelos municípios de Ananindeua, Santo Antônio do Tauá, Santa Bárbara do Pará e Marituba; o município de Acará e o rio Guamá são o limite ao sul; as baías do Guajará e do Marajó, limitam a cidade a oeste. 
 
   
   
   
   
   
   
   
   
   
   

Mercado do ver-o-peso

   


É comum ouvir no meio turístico uma referência à chuva de Belém, a clássica expressão “antes ou depois da chuva” em vários meses do ano. No entanto, o período de chuvas mais fortes vai de maio até dezembro. 

O mês de julho é o ideal para se desfrutar o verão de Belém, porém até novembro, ainda se sente muito do calor belenense. Os termômetros registram nesse período temperaturas que variam de 20 graus mínimos à máxima de 38 graus.

 
     
   

 

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